Março, abril e maio: o tempo em que tudo pode mudar de um dia para o outro
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Março, abril e maio: o tempo em que tudo pode mudar de um dia para o outro

Nesta altura do ano, devemos começar sempre por pensar o seguinte: o trabalho já está feito, a cultura está lançada, os custos já foram assumidos… e agora tudo fica nas mãos do tempo.

Março, abril e maio são meses decisivos. As plantas começam a mostrar força, os campos ganham vida, mas é também quando basta uma noite de geada, uma trovoada mais forte ou um episódio de granizo para comprometer semanas, ou meses, de trabalho.

Quem trabalha no campo sabe: não é preciso perder tudo para sentir o impacto. Às vezes é “só” uma parte da produção ou um momento crítico do ciclo da planta. Mas isso chega para criar incerteza para o resto do ano.

Antes de entrar na primavera

É por isso que, antes de entrar a sério na primavera, é preciso que todos façam uma pergunta simples:

Se alguma coisa correr mal nos próximos dois ou três meses, estou preparado para isso?

Os riscos mais comuns nesta fase

Nesta fase, os riscos mais comuns não são do conhecimento de todos nós:

  • granizo, muitas vezes localizado, mas destrutivo;
  • geadas tardias, quando já ninguém está à espera;
  • chuvas intensas, que provocam queda de fruto ou dificultam tratamentos.

O problema é que estes acontecimentos surgem rápido e não avisam. Quando damos por isso, o prejuízo já está feito. E é aí que percebemos a diferença entre ter planeado proteção através de um seguro de colheitas ou estar apenas à espera que “este ano corra melhor”.

Pensar num seguro de colheitas nesta altura não é sinal de pessimismo. É o contrário: é querer avançar para a primavera com mais tranquilidade. Saber que, se algo acontecer, não fico completamente desprotegido. Que não dependo apenas da sorte para equilibrar o ano.

As perdas nem sempre são totais. Muitas vezes são parciais, mas não dão direito a grandes ajudas e pesam no rendimento final. É aí que faz falta ter uma solução pensada exatamente para estes riscos no seguro agrícola.

Por isso a NacionalGest adverte para a importância de atuar na prevenção: o que acontece entre março e maio marca o resto da campanha.

Com a proximidade ao terreno e o acompanhamento direto das explorações, a Cegrel conhece bem o impacto de não tomar medidas preventivas, tendo consciência de que pequenas perdas nesta fase podem ter consequências prolongadas. Por isso, estamos disponíveis para o acompanhar.

Antes de entrar na fase mais sensível das culturas, vale a pena parar um momento, olhar para o que está no terreno e garantir que a proteção acompanha o esforço que já foi feito.